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Privacidade e LGPD

Transparência sobre dados clínicos, segurança e direitos do titular.

O Acompanha foi desenhado para tratamento de dados pessoais sensíveis de saúde. Nesta página explicamos como tratamos os dados, quais agentes participam da operação e como médicos, pacientes e responsáveis podem acionar nossos canais de privacidade.

Papel na LGPD

Para dados clínicos e documentos de pacientes, o Acompanha atua predominantemente como operadora. Para cadastro da conta, segurança, billing e prevenção a abuso, atua como controladora.

Categorias tratadas

Dados cadastrais do médico, dados cadastrais do paciente, check-ins clínicos, medições corporais, documentos assistenciais, informações de assinatura e logs mínimos de segurança.

Canal do encarregado

Dúvidas, solicitações de titulares, comunicação de incidentes ou pedidos de suporte LGPD podem ser enviados para:

marshallpaiva@hotmail.com

Como tratamos os dados

Usamos os dados do médico para autenticação, gestão de assinatura, prevenção a fraude, notificações operacionais e segurança da plataforma.

Os dados dos pacientes são tratados para viabilizar acompanhamento longitudinal, visualização de históricos, compartilhamento controlado de documentos, comparações de evolução e alertas assistenciais.

O acesso aos dados clínicos é segmentado por perfil e vínculo assistencial. Links temporários de arquivos são gerados de forma controlada pela aplicação e as áreas autenticadas usam políticas de não armazenamento em cache.

Direitos do titular

Titulares podem solicitar confirmação de tratamento, acesso, correção, revisão de dados cadastrais e outras medidas cabíveis pela LGPD, sempre observado o contexto clínico, bases legais aplicáveis e deveres de retenção.

Quando o pedido envolver dado clínico mantido em nome do profissional de saúde, o Acompanha pode atuar em cooperação com o médico ou clínica responsável, conforme o papel de controlador definido para aquela finalidade.

Retenção e descarte

Mantemos apenas o necessário para operação, segurança, faturamento, prevenção a abuso e cumprimento de obrigações legais. Artefatos órfãos e registros sem finalidade operacional devem entrar em ciclos de revisão e descarte controlado.

Rotinas internas de governança definem retenção para billing, logs, documentos, backups e registros de incidente. O detalhamento operacional fica documentado no repositório interno de segurança e LGPD.